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NOVA CRECHE FOI ENTREGUE À POPULAÇÃO

A Creche Criança Feliz passa a ter uma estrutura moderna e adequada para atender as 240 crianças

ENCONTRO DE FORMAÇÃO CONTINUADA DO PACTO

Mais um encontro de formação continuada do Pacto pela Alfabetização na Idade Certa

NOVA ESCOLA DE ENSINO FUNDAMENTAL FOI ENTREGUE À POPULAÇÃO

Ampla e moderna a Escola de Ensino Fundamental de seis salas vai atender 360 alunos do 1º ao 5º ano

INAUGURAÇÃO DA CRECHE NO SETOR NOVO HORIZONTE

Creche Professor Pardal, localizada no Setor Novo Horizonte vai atender cerca de 240 crianças em tempo integral

CALENDÁRIO ESCOLAR 2016

Secretaria Municipal de Educação

sexta-feira, 21 de junho de 2013

PROGRAMA BRASIL ALFABETIZADO – XINGUARA/PA

O Programa Brasil Alfabetizado tem o objetivo de contribuir para a universalização do ensino fundamental, promovendo apoio a ações de alfabetização de jovens com 15 anos ou mais, adultos e idosos realizadas por estados, Distrito Federal e municípios que façam sua adesão ao Programa. Esse apoio se materializa por meio da transferência de recursos financeiros, em caráter suplementar, aos entes que aderirem ao Programa para desenvolver as ações de alfabetização e do pagamento de bolsas-benefício a voluntários que atuem como alfabetizadores, tradutores-intérpretes da Língua Brasileira de Sinais (Libras) e coordenadores de turmas de alfabetização em atividade no âmbito do Programa.

A Secretaria de Educação Continuada, Alfabetização, Diversidade e Inclusão, do Ministério da Educação (SECADI/MEC) é o órgão responsável pela coordenação e pelo gerenciamento do Programa em todo o País. O Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE), outro órgão da estrutura do MEC, é responsável por realizar as transferências dos recursos financeiros aos estados, Distrito Federal e municípios, por analisar a prestação de contas desses recursos e também por fazer o pagamento das bolsas-benefício mensalmente, a partir de autorização da SECADI/MEC.

O Programa Brasil Alfabetizado, regido pela Lei n° 10.880 de 9 de junho de 2004 e pela Lei n° 11.507 de 20 de julho de 2007, foi reorganizado pelo Decreto nº 6.093 de 24 de abril de 2007.

No Munícipio de Xinguara as atividades iniciaram no mês de Abril e vão até Dezembro de 2013, e nossa META de Atendimento neste Exercício é de 400 alfabetizandos, distribuídos em 22 turmas nas zonas urbanas e rurais, sendo distribuídos da seguinte maneira:

RELAÇÃO DE TURMAS - 2013

NOME
FUNÇÃO
Thatiana Júlio
Gestora Local
Silvia Campos
Coordenação Pedagógica
Nelkiane Rodrigues
Coordenação Pedagógica
Mara Miranda
Coordenação Pedagógica

LOCAL
ALFABETIZADORA
HORARIO
RHM
Luciana Rocha
Noite
Jardim América
Ana
Noite
Centro de Convivência dos Idosos
Ana Keila
Manhã
Centro de Convivência dos Idosos
Carmita
Manhã
Cirandinha
Danilo
Noite
Clementina Natal
Jandira
Noite
São José
Quesia
Noite
RHM
Maria Lima
Noite
Alto Araguaia
Selma Moreira
Noite
Capelinha
Maria Cristina
Noite
ONG MAIS
Kenya (Gracivan)
Noite
Lote 160
Julianderson
Noite
Purguy
Rosilene
Noite
Rotary
Sara
Tarde
Rotary
Dircéia
Noite
Betel
Marinalva
Noite
Novo Horizonte
Marilândia
Noite
Centro - Igreja
Goreth
Noite
ONG MAIS
Ana Lucia
Noite
Cirandinha
Euripedes
Noite
RHM
Vanderli
Noite
Assentamento Nova Esperança
Neuza
Tarde

 

quarta-feira, 19 de junho de 2013

SEMED Xinguara apoia a criação da UNIFESSPA

A secretaria de educação de Xinguara está em constante colaboração com a COMISSÃO DE IMPLANTAÇÃO DA UNIFESSPA para fortalecimento desta conquista do povo do Sul e Sudeste do Pará.

Acesse aqui o Projeto de Criação e Implantação da Universidade Federal do Sul e Sudeste do Pará(UNIFESSPA)

terça-feira, 18 de junho de 2013

Mega Show praia do Pontão 2013

Prefeitura Municipal de Xinguara informa a toda população xinguarense, show confirmado no encerramento da praia do Pontão 2013: Patrícia e Banda.
Veja o vídeo abaixo:

Programação do Pontão 2013 em breve neste blog!

10 passos para inovar no ensino e no aprendizado

Em seu clássico On the Road, Jack Kerouac dizia gostar das pessoas que queimam como fogos de artifício. Hoje, o que não falta são jovens com a cabeça em ebulição de tantas ideias. E nem sempre são ideias simples. Muitos destes "pequenos” idealistas querem desenvolver projetos que, além de ser a base para a carreira que pretendem seguir, podem mudar o mundo. Para ajudar esses jovens a inovar, o educador e empreendedor dinamarquês Nikolai Seest já realizou mentorias em mais de 300 projetos de negócios criativos em seu país e também no exterior, como foi o caso Yes!, na Groelândia, que reúne um grupo de jovens empreendedores para, em 2 anos de formação, resolver problemas culturais, econômicas e ambientais do meio em que vivem.

Por conta dessa experiência com inovação e empreendedorismo, Seest foi convidado pelo Ministério da Educação da Dinamarca a criar uma iniciativa que auxiliasse professores que também desejassem inovar em sala de aula o que resultou no Pioneer. A metodologia do projeto é simples e direta: mãos na massa. Por isso, desde 2007 foram criados diversos worskhops, encontros, campanhas e revistas que trazem um compilado de informações sobre o tema. Em passagem recente pelo Brasil, Seest diz que ficou encantando com as escolas democráticas, mas completa, com bom humor: "Gostaria de ter visitado escolas tradicionais. Só conheci escolas democráticas e fiquei com a impressão que a educação no Brasil é inovadora, gostaria de ter uma visão mais ampla”.

Apesar de ter passado pouco tempo, o educador afirma que ficou impressionado com o número de pessoas engajadas e que querem uma nova educação, com mais impacto. "Sei que pode demorar muito tempo para que aconteçam mudanças. Mas é fato que muitos já entendem o que está ai como obsoleto e já estão buscando novidades. Isso é uma tendência global e a transformação é inevitável”, diz.

Ah! Antes de ir embora, Seest deixou umas das revistas da Pioneer e autorizou o Porvir a traduzir um cartaz (escrito em parceria com Dorrit Sorensen) que os professores dinamarqueses colavam em suas salas de aula. Confira.

10 PASSOS PARA TER MAIS INOVAÇÃO NO ENSINO E NO APRENDIZADO

1 – Dos horários fixos para as atividades dinâmicas
Organizar o ensino de maneira mais dinâmica e aproveitar as oportunidades que surgem durante o processo. Fortalecer a improvisação.

2 – Dos conhecimentos adquiridos dentro da sala de aula para aqueles obtidos fora da escola
O aprendizado ocorre em todos os lugares – na sala de aula e no mundo que nos rodeia. Hoje, as crianças e os jovens obtêm informações de muitas fontes, e a realidade exterior desempenha um papel cada vez maior no ensino e na aprendizagem.

3 – Do conhecimento teórico ao conhecimento aplicado na prática
Os alunos usam o conhecimento teórico como base para a concepção e desenvolvimento de soluções práticas para problemas concretos, realistas.

4 – De respostas certas às perguntas abertas
Os alunos não devem apenas ser incentivados a dar as respostas certas, mas também a agir como antropólogos, curiosos e repórteres que trazem novos conhecimentos valiosos que podem ser usados para a criação de novas perguntas.

5 – De problemas fictícios para os desafios reais
Motivar os alunos a explorarem a realidade ao redor, em vez de ficar inventando problemas para serem resolvidos.

6 – Da aprendizagem passiva para uma participação ativa
Transformar os alunos em agentes ativos, criadores. Eles devem se envolver na geração de novos conhecimentos e novas soluções.

7 – De aprender com a cabeça para aprender com o corpo inteiro
O ensino deve mesmo inspirar os alunos a tocar, cheirar e mergulhar num assunto em vez de apenas ler um livro ou olhar para uma tela.

8 – De trabalhos individuais para a solução de problemas em conjunto
Em vez de priorizar o trabalho individual do aluno, colocar um problema no centro de todos eles, para que o conhecimento individual contribua para a resolução em conjunto.

9 – Do professor como especialista onisciente para o professor como facilitador
O professor deve ajudar a trazer novos conhecimentos em vez de ficar narrando velhos conhecimentos. Ele é responsável por seu método e deve usar técnicas e ferramentas diferentes para ensinar.

10 – Da sala de aula formal a oficina experimental
A sala de aula deve ser um laboratório para a experimentação, em vez de um ambiente rígido e formal. Elas precisam ser espaços onde os erros são permitidos.

http://porvir.org/porfazer/10-passos-para-inovar-ensino-apren dizado/20130606



Fonte: Portal PORVIR

ESTRATÉGIA DE GESTÃO NA ESCOLA PODE MELHORAR DESEMPENHO DOS ALUNOS

Gerenciar escolas como se fossem empresas pode parecer controverso, mas há especialistas que defendem a alternativa como forma de aumentar o desempenho dos alunos. Um trabalho desenvolvido por Priscilla Albuquerque Tavares, pesquisadora na área de economia da educação da Fundação Getulio Vargas (FGV), constatou que a inclusão de práticas gerenciais nas instituições de ensino pode ter impactos positivos no desempenho dos alunos. A pesquisadora defende que a escola não pode ser considerada diferente de outras organizações, por isso precisa estabelecer metas e estratégias - ideia que não agrada a todos os estudiosos da área.

A pesquisa analisou um programa piloto de gestão implantado em 200 escolas públicas estaduais de São Paulo, que incluiu práticas como capacitação administrativa aos gestores, elaboração de diagnósticos, monitoramento de performance e fixação de objetivos para indicadores relacionados ao aprendizado. Os resultados mostraram um aumento de seis pontos na escala de proficiência dos estudantes, o que equivale a elevar o aprendizado típico do aluno médio em quase 40%.

Entre os fatores associados à qualidade da gestão escolar está a formação acadêmica dos diretores, que, em geral, é somente pedagógica, e não administrativa. "Não quero dizer que um pedagogo não tenha condição de gerir uma instituição, porque ele conhece educação, e isso é essencial. O problema é não ter perfil gerencial", esclarece Priscilla. A pesquisadora argumenta que, quando isso acontece, a instituição corre o risco de não se tornar objetiva, ou seja, pode estabelecer uma meta, mas não definir como cumpri-la.

Para Priscilla, um bom gestor é aquele que conhece os indicadores da sua escola e traça estratégias para melhorá-los. "A impressão que tenho é que há diretores que não sabem avaliar os principais problemas e não conhecem a real situação de suas instituições", afirma. Ela menciona o Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (Ideb), por exemplo, que oferece indicadores e metas que os gestores nem sempre têm clareza de como atingir.

A pesquisadora pondera, contudo, que uma das principais queixas dos diretores consiste em que os secretários de Educação, muitas vezes, estabelecem projetos e impõem objetivos, mas não apontam caminhos para a resolução dos problemas. A mudança de governos e, consequentemente, de gestores, também pode dificultar a manutenção de projetos em longo prazo. Além disso, as metas gerais impostas pelo órgão podem não se adequar totalmente ao cenário encontrado em uma escola específica.

Contraponto
Mas tratar diretores de escolas como administradores de empresas não é a solução indicada por todos os estudiosos. Pesquisador do Núcleo de Políticas Educacionais e coordenador do curso de pedagogia da Universidade Federal do Paraná (UFPR), Ângelo de Souza se opõe a essa visão e acredita que a face administrativa do gestor escolar é a de menor importância entre suas funções. "A administração de uma escola não é igual a de uma empresa, é uma ação de natureza pedagógica. A decisão do gestor não precisa, necessariamente, se basear numa eficácia de acordo com técnicas administrativas, mas sim em interesses do público ao qual atende", enfatiza.

O professor discorda, ainda, que um gestor escolar precise, necessariamente, ter conhecimento amplo em administração. "O que se espera de um bom diretor não é técnica administrativa, mas sim que seja alguém equilibrado, de bom senso, com boa formação pedagógica. Essas são características de natureza ético-política", afirma, enfatizando que a técnica básica para gestão pode ser aprendida com algum estudo e dedicação. Priscilla, por outro lado, indica que a situação poderia ser corrigida com a inclusão de conteúdos administrativos nas faculdades de pedagogia, ou com cursos específicos promovidos pelas secretarias de Educação.

Souza acrescenta que os casos de gestão mais bem-sucedidos são aqueles em que o pedagogo possui perfil de liderança, mas cria um clima organizacional acolhedor, aberto ao diálogo e à participação de alunos, professores e comunidade. "Escolas com gestão democrática têm alunos com melhores resultados", avalia.

Investimento ou gestão?
O economista e ex-ministro da Fazenda Maílson da Nóbrega acredita que o mau desempenho brasileiro em rankings como o Programa Internacional de Avaliação de Alunos (Pisa, na sigla em inglês), que avalia os índices educacionais de 65 países - em 2009, última edição divulgada, o Brasil ficou em 53º lugar - não se devem a baixos investimentos no setor, mas sim à má gerência dos recursos obtidos. Para o pesquisador Souza, por outro lado, o País padece dos dois problemas: falta de investimentos e má gestão de recursos na educação.

Nóbrega rebate com um preceito econômico: os bancos não emprestam dinheiro a quem já está endividado, ou seja, para ele, não se deve aumentar os recursos financeiros em estruturas que não estão respondendo. O economista acredita que sejam necessárias metas objetivas dentro das escolas, que levem em conta desempenho e aprovação de alunos e relacionem isso com a remuneração do professor.
"O diretor é peça fundamental para uma escola, tanto para o funcionamento da unidade como no que diz respeito ao aproveitamento dos alunos, influenciando a condução dos trabalhos pedagógicos. Ele é um líder, não pode ser qualquer um, escolhido por ser amigo de político", defende Nóbrega.

http://www.terra.com.br/portal/

quinta-feira, 13 de junho de 2013

SEMED revitaliza quadra da Escola Pedro Mota

SEMED junto com a Secretaria de Obras em parceria com a EEEM Dom Luiz de Mora Palha realiza revitalização da quadra da Escola Pedro Mota e limpeza do pátio da unidade escolar.